Bienal Internacional de Teatro 2013 – Realidades Incendiárias Organização: PRCEU - USP, TUSP

OPOVOEMPÉ

A Batalha da Maria Antônia

Apresentações

09.11, 10.11 e 11.11 TUSP
consulte a programação

País: Brasil
Ano: 2013
Duração : 80 min.
Classificação : 12 anos
Idioma : português
Lotação : 98 lugares

Sobre o Grupo

OPOVOEMPÉ surgiu em São Paulo, com trabalho baseado no ator-criador e na pesquisa das diferentes relações teatrais no contexto contemporâneo. A diretora Cristiane Zuan Esteves e as atrizes Ana Luiza Leão, Graziela Mantoanelli, Manuela Afonso e Paula Possani formam seu núcleo permanente de criação.

Desde 2005, OPOVOEMPÉ realiza a Guerrilha Magnética, série de intervenções em espaços públicos. Em 2007, apresentou 9:50 Qualquer Sofá. Em 2008, participou do UrbanFestival, em Zagreb, Croácia, e da Mostra sesc com Out of Key(s). Após se apresentar em Munique, Alemanha, em 2009, estreou o Projeto AquiDentro AquiFora, contemplado com o Fomento ao Teatro, com o Prêmio de Melhor Ocupação de Espaço da Cooperativa Paulista e relacionado pela revista Cult entre os melhores espetáculos da década. Em 2011, pesquisou com o Lume Teatro através do programa Rumos, do Itaú Cultural. Em 2012, criou A Máquina do Tempo (ou Longo Agora), que foi indicado ao Prêmio Governador do Estado. Acaba de voltar de residência artística na Dinamarca.

Para Arqueologias do Presente – A Batalha da Maria Antonia, Cristiane Zuan Esteves e Manuela Afonso, do opovoempé, convidaram Mariana Senne,­ Ieltxu Ortueta, Pedro Semeghini e fizeram workshops com colaboradores.

Atores-Criadores Cristiane Zuan Esteves, Ieltxu Ortueta, Manuela Afonso, Mariana Senne e Pedro Semeguini
Concepção, Direção e Dramaturgia
Cristiane Zuan Esteves
Criação Sonora Pedro Semeguini
Direção de Arte Vânia Medeiros
Pesquisa Documental Vanessa Azevedo de Morais
Iluminação Grissel Piguillem
Produção Anayan Moretto
Colaboradores Andrea Tedesco, Cloris Paris, Gabriela Cordaro, João Paulo Azevedo, Luisa Helene, Ronaldo Zaphas e Tieza Tissi

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Em um salão de jogos, os participantes do público são convidados a compartilhar memórias, negociar significados, realizar acordos e refletir sobre a construção de formas de democracia. Segue-se uma exploração guiada pelo prédio da Maria Antonia, sede da antiga Faculdade de Filosofia da usp, importante polo de resistência ao Regime Militar, esvaziada em 1968 como parte do projeto de repressão.

Entre o documental e o lúdico, o possível e o sonho, o trabalho busca abrir brechas nas lógicas habituais entre história, presente e utopia.

A Batalha da Maria Antônia é a primeira parte do projeto Arqueologias do Presente, com concepção de Cristiane Esteves, diretora d‘opovoempé, o trabalho propõe uma experiência não-convencional ao espectador: busca os vestígios da ditadura militar brasileira na estrutura da sociedade e, sobretudo, em seu imaginário.


In a game room, the public is invited to share memories, make agreements and reflect on the construction of a country’s democracy. Following that, a guided tour will be held at the former headquarters of the Faculty of Philosophy of the Universidade de São Paulo, an important center of resistance to the military regime in Brazil.

Between the documentary, the ludic, the possible and the dream, OPOVOEMPÉ‘s play, The Battle of Maria Antonia Street proposes to the viewer an unconventional experience in order to identify traces of the military dictatorship in Brazilian society’s structure and, particularly, in its imagination.

OPOVOEMPÉ is a group established in São Paulo that has been developing a work based on the actor-creator and the research of different theatrical connections in a contemporary context.


En una sala de juegos, el público está invitado a compartir recuerdos, llegar a acuerdos y reflexionar sobre la construcción de la democracia. Luego empieza una visita guiada por la antigua sede de la Facultad de Filosofía de la usp, un importante centro de resistencia al régimen militar en Brasil.

Entre lo documental, lo lúdico, lo posible y el sueño, La Batalla de Maria Antonia, obra del grupo OPOVOEMPÉ, propone una experiencia poco convencional al espectador: buscar huellas de la dictadura militar brasileña en la estructura de la sociedad y, sobre todo, en su imaginación.

OPOVOEMPÉ surgió en São Paulo y hace un trabajo basado en el actor-creador y la investigación de diferentes relaciones teatrales en el contexto contemporáneo.